
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Qual a diferença entre reciclar e reutilizar?

Reutilizar
Jogar algo que pode ser recriado diretamente no lixo esvazia as chances de se aproveitar todas as possibilidades de um mesmo objeto. Móveis podem ganhar novas roupagens e funções, porcelanas repletas de parafina podem iluminar o ambiente como velas estilizadas, folhas de rascunho podem virar cadernos e blocos de anotação… aproveite a internet, ótima ferramenta para encontrar boas ideias de reutilização e reaproveitamento.
Buscar novos significados para os pertences é um excelente convite à criatividade e ajuda a diminuir a demanda de consumo que alimenta as cadeias produtivas, polui o meio ambiente e prejudica a sociedade.
Reciclar
Bicicleta de plástico reciclado produzida no Brasil |
| camisa feita de garrafa pet |
Colocar objetos em um novo ciclo de produção: eis o que se faz ao “re-ciclar”. Diferentes técnicas de reciclagem constituem um mercado que gera empregos, economiza energia e origina matérias-primas para fabricação de outros bens – o que é mais econômico e sustentável do que começar o ciclo do zero, com recursos extraídos primariamente da natureza. A coleta seletiva doméstica tem um papel importante nisso tudo. Em casa, duas lixeiras são o suficiente: uma para os resíduos orgânicos – como cascas de frutas e restos de verduras que pode ser transformados em adubo por meio de compostagem no quintal – e outra para os secos.
Quando os resíduos são separados corretamente, o índice de aproveitamento passa de 70%. Exigir programas de reciclagem dos governos locais também é essencial para que o objetivo final seja de fato atingido. Uma pesquisa do Ipea apontou que apenas 8% dos município brasileiros têm estrutura para reciclagem. O alumínio é o campeão no País, com índice de 90%. Isso se deve ao alto valor de mercado de sua sucata, associado ao elevado gasto de energia necessário para a produção de alumínio metálico. Para o restante dos materiais, à exceção das embalagens longa vida, os índices de reciclagem variam entre 45% e 55% .


Telhas de garrafa pet
Você sabe o que acontece com aquela garrafa Pet que você compra no mercado -normalmente sendo utilizada para comportar refrigerantes -, para onde vão todas essas garrafas? Bom, algumas tendem a ir pra lata de lixo, outra perambulam pelas ruas, rios e mares. Infelizmente as pessoas não tem a devida educação e não pensam no mal que estão fazendo ao nosso planeta. O tempo para a decomposição de apenas UMA garrafa Pet é indeterminado, imagina as milhares existentes por ai? O que fazer com tanto lixo? Ou, como reaproveitar? Há diversas formas de como reaproveitar este material, na própria internet podemos ver várias iniciativas de pessoas dispostas a ajudar a dar um fim criativo a esse objeto. Mas hoje, irei divulgar uma ideia bem interessante, desenvolvida pela Sete Ecos (Sistema de Expansão em Tecnologias Ecológicas): Telhas feitas com garrafa Pet! O passo a passo foi retirado deste site incrível, oPermaculturabr. Veja a imagem a seguir:
Quer saber como fazer? Siga o passo a passo:
“A média de garrafas que se reutiliza por m² é de 14 a 18 garrafas aproximadamente, dependendo da abertura que se dá a cada telha.
Na execução que se segue é necessário reutilizar apenas as garrafas que forem lisas, para que o encaixe das telhas se dê por igual.”
“Utilizamos como fôrma um cano PVC de 100mm com 20 cm de comprimento e com uma abertura vertical para facilitar a entrada da pet.”
“Com um estilete, corte o bico e o fundo da garrafa.”
“Depois amasse o que sobrou da garrafa ao meio.”
“Corte com um estilete obtendo duas partes iguais, uma “capa” e uma “bica”.”
“Grampear as duas extremidades até atingir a área total do comprimento do telhado.”
“Para afixar uma fileira à outra utilizamos um grampeador de marceneiro, porém é necessário o auxílio de alguma superfície para que o grampo possa perfurar as “capas”. Utilizamos como suporte uma rolha de cortiça.”
“Depois é só amassar o grampo manualmente.”
“Para afixar as telhas (bicas) às ripas pode-se utilizar o mesmo grampeador de marceneiro caso a madeira seja macia. Pregos ou parafusos bem pequenos caso a madeira seja maciça.
A distância entre as ripas não deve exceder duas fileiras de garrafas para uma melhor estabilidade.”
Resultado:
E aí, o que acharam? Espero que tenham gostado! Até a próxima!
panela revolucionaria e eficiente criada por engenheiro
Capaz de cozinhar qualquer alimento até 40% mais rápido do que o normal, a panela Flare foi profundamente estudada e redesenhada para se tornar mais eficiente do que panelas comuns.
Batizada de FLARE, a criação do engenheiro Thomas Povey está sendo fabricada e vendida pela Lakeland, uma marca britânica de utensílios de cozinha. O produto está bem disputado, e, apesar de a panela mais barata ser vendida a 85 libras (algo em torno de 330 reais), a loja está completamente esgotada até o final de agosto.
Povey é especialista em desenvolver sistemas de resfriamento ultraeficientes para motores a jato. Ele também é um ávido montanhista e diz que teve a ideia durante uma longa trilha de alguns dias, quando percebeu o quanto ele demorava para esquentar a água na hora de preparar os alimentos em grande altitude. O cientista reuniu um grupo de especialistas que passou 3 anos se dedicando à tarefa de redescobrir o desenho ideal para uma panela para torná-la mais eficiente.

Como a panela flare é feita?
Criada a partir de uma liga de alumínio e utilizando uma série de hastes no entorno da panela, a “Flare conduz o calor da chama de baixo para as laterais da panela, resultando em uma distribuição mais rápida e eficiente do calor. Isso significa que a sua comida ficará pronta muito mais rápido, poupando tempo e energia. ”
Para Povey, é tudo uma questão de termodinâmica: “O problema do formato tradicional das panelas é que muito do calor acaba sendo dissipado no ar, ou seja, uma questão de transferência de temperatura e aerodinâmica, e nós aplicamos a ciência que era usada na criação de motores a jato para criar uma forma mais eficiente. É um problema muito similar ao que enfrentamos no nosso dia a dia, ainda que o produto final seja muito diferente.”
sábado, 1 de março de 2014
Erosão do solo – experiência
Erosão do solo.
Com essa atividade é possível observar como a erosão acontece, e quais seus riscos.
Para desenvolver essa atividade é necessário garrafa plástica (PET), caixa, bacia, regador, água, terra, e terra gramada.
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